|
29/01/2004 10:22
AMO-TE
Paola Caumo & Jorge Humberto
Amo-te na ternura do teu olhar
fluorescência de emoções e auroras
que manifestas para mim
Amo-te na suavidade do teu sorriso
Alegria espelhada por entre teus lábios
sonhos macios, aveludados, de cetim
Amo-te em tua sensibilidade latente
marca d'alma, razão de teu ser
dores e amores maiores que o querer
E no doer do sentir, somos duplos.
Amo-te na franqueza do traço
pedra talhada em rude molde
subtil detalhe do que é puro
Amo-te na crueza da palavra
na verdade do gesto
que não pede licença e corre:
ora sorriso, ora grito já.
Amo-te porque és isso e basta
não quero flores de adorno
que me importa saber-te casta...
Quem ama, ama e já está.
Amo-te com todos os sentidos
e sem nenhum sentido
Minha loucura, tua razão...
Amo-te como se fosse noite
Não importa a cor dos dias
Amo-te em qualquer tempo...
O tempo é sempre nós agora.
28/janeiro/2004
enviada por Paola
Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)
|